A prefeita Juliana Pavan e o Instituto +BC criam os comitês que vão conduzir a requalificação da Avenida Brasil e a reestruturação dos Pontais Norte e Sul. É a fase de estudos e projetos.
R$ 5 mi+
em estudos, 100% da iniciativa privada, via Instituto +BC (cerca de 40 empresas). O material é entregue pronto à prefeitura. Nada sai do caixa público.
A principal via comercial de BC, ~4,5 km, ganha estudo de mobilidade, paisagismo, padronização de placas e redistribuição do espaço entre carro, bike e pedestre.
~80% verde
As pontas da Praia Central podem virar grandes parques públicos: ~1.000 vagas subterrâneas em cada, superfície com 80% de área verde e até 20% de quiosques e restaurantes.
É a mesma lógica que bancou o alargamento da praia e a revitalização da orla: o privado financia o estudo técnico, entrega ao poder público, e a obra destrava com projeto bem-feito.
2º do país
BC tem o m² mais caro do Brasil depois de Itapema (R$ 15.228). Nesse patamar, o jogo deixa de ser empilhar torres e passa a ser defender o que sustenta o valor: a orla.
Cidade que cuida do próprio cartão-postal protege o preço que já conquistou. É projeto, ainda não é obra, mas é o passo que destrava tudo. Ler esse movimento é a Bússola Habitz.