0,44%
é quanto o projeto (R$ 265 mil) representa da obra (R$ 60 milhões). O documento que destrava a obra custa menos de meio por cento dela. Foi aí que o setor privado colocou dinheiro.
A Lei 14.133 exige projeto básico aprovado antes de licitar obra ou receber repasse federal. Sem esse documento, a verba não chega, mesmo existindo. O projeto é a chave.
R$ 17 mi
já aplicados em estudos e projetos: BC (+R$ 10 mi), Itajaí (+R$ 6 mi), Porto Belo (+R$ 1 mi), Bombinhas e Gaspar. Do próprio bolso, para acelerar obra pública.
805 metros
de molhes nos rios Perequê e Perequezinho, R$ 13 milhões, 1ª etapa concluída em dezembro de 2024. Projeto e licenciamento bancados pela associação de construtores.
R$ 2,5 mi no projeto da ligação Praia Brava–BR-101; e o masterplan do novo terminal de cruzeiros foi entregue ao Ministério de Portos e apresentado na maior feira do setor, em Miami.
+72%
foi o crescimento de Porto Belo (Bombinhas +75%, Itapema +66%), contra 6,45% do Brasil. A BR-101 já roda com 70 mil veículos/dia, e a saturação é estrutural, não só de verão.
Onde o projeto avança, o valor segue. Quando o privado paga R$ 265 mil pra destravar R$ 60 milhões, ele aposta na própria região. Acompanhar isso é a Bússola Habitz.