Enquanto BC e Itapema são o litoral das torres de praia (caro, sem terreno), o extremo norte (São Francisco do Sul e Itapoá) é o litoral dos portos: logística, indústria e comércio exterior, na órbita de Joinville.
17,5 mi t
de cargas movimentadas em 2025, recorde pelo 3º ano seguido (+39% em 3 anos). É o maior porto de SC em tonelagem, puxado por soja e milho. Fonte oficial, não folder.
3º do Brasil
em contêineres, atrás só de Santos e Paranaguá: 1,5 milhão de TEUs em 2025. Economia real gerando emprego e renda o ano inteiro, não só na temporada.
R$ 333 mi
na maior obra de alargamento de praia do Brasil: 8,8 km ampliados com a areia da dragagem do canal do porto. 1ª vez no país que sedimento de dragagem vira praia. Bancado pelos portos.
+108%
foi o crescimento de Itapoá entre 2010 e 2022, o maior de SC em percentual. A cidade mais que dobrou de tamanho. Onde há porto e trabalho, chega gente pra morar.
~1/3 do preço
O m² do extremo norte roda por volta de um terço do de Itapema/BC (acima de R$ 15 mil, FipeZAP). Ticket de entrada menor, com fundamento econômico por trás.
Fronteira é ticket menor com paciência: mercado emergente, aposta na maturação. Ignore os '% ao ano' de anúncio; o que sustenta a tese são os navios no cais e o Censo. Isso é a Bússola Habitz.