Os maiores lançamentos do ano em Itapema e Porto Belo estão todos de frente para o mar, e quase todos de altíssimo padrão. Não é coincidência.
Torres de dezenas de andares na Meia Praia (Itapema) e no Perequê (Porto Belo). O que têm em comum: brigam pelo que sobra na primeira linha do mar.
R$ 15,2 mil
o m² residencial superou Balneário Camboriú, que liderava desde 2022. É nesse patamar que o frente-mar está sendo lançado.
Quando o lote de primeira quadra fica caríssimo, a conta só fecha em produto grande e de ticket alto. É o custo do terreno empurrando o padrão para cima.
1ª quadra
a cidade pode subir mais alto e abrir quadras para dentro. O que ela não pode fazer é criar mais faixa de areia. A escassez é do pé na areia, não da cidade.
O frente-mar é o ativo que não se reproduz, o mais defensivo em vista e valorização. O miolo entra mais barato na mesma cidade. Dois produtos, um mercado.
A primeira quadra é o único pedaço que a cidade não produz de novo. Ler isso antes de virar assunto de todo mundo é o trabalho da Bússola Habitz.