A faixa mais preservada e exclusiva de Balneário Camboriú, de baixa densidade e empreendimentos milionários, decidiu não esperar o poder público para ter mais segurança.
300 câmeras
é a meta (começando com ~100), com monitoramento 24h, reconhecimento facial e leitura de placas, integrado à Guarda Municipal e à PM. Investimento estimado de ~R$ 720 mil.
Não é a prefeitura: é custeio privado, de proprietários e incorporadoras da região, liderado por um CEO do setor imobiliário. Segurança, aqui, virou parte do produto.
estado nº1
Santa Catarina é o mais seguro do Brasil: 9 homicídios por 100 mil (Atlas da Violência 2025). E BC já usa reconhecimento facial em câmeras desde 2019. Tecnologia não é novidade aqui.
As projeções de valorização vêm de quem financia o projeto e vende imóvel na região. Não há estudo independente. O sólido é: segurança percebida é o que o alto padrão procura.
Reconhecimento facial em espaço público abre debate legítimo de LGPD, ainda mais quando quem opera é um ente privado. Não há questionamento até aqui, mas é tema pra acompanhar.
A zona sul de BC está se assumindo como o topo. Segurança é qualidade de vida, e qualidade de vida é fundamento. Ler esse sinal, sem a promessa de folder, é a Bússola Habitz.