É o gargalo estrutural do litoral: alta temporada lotada, inverno vazio. Itapema, a cidade do m² mais caro do Brasil, está montando a resposta na beira do mar.
300 m
avançando sobre o mar: 18,2 mil m², 28 lojas, 226 vagas subterrâneas e 50 vagas molhadas. R$ 100 milhões via concessão de 30 anos. Com Hard Rock Cafe em 4 andares.
R$ 60 mi
valor atualizado durante a obra (era R$ 50 mi). São 60 metros, 246 toneladas, 30 cabines climatizadas e +30 mil LEDs. Girou pela 1ª vez em junho; previsão: 2º semestre.
O secretário de Itapema é direto: atrações assim mantêm o visitante o ano todo e “reduzem a dependência da alta temporada”. Não é sobre o passeio, é sobre o calendário.
2,5 milhões
de visitantes por ano no Beto Carrero, que opera fora do verão. BC, que já foi dormitório do parque, hoje investe pesado em atrações próprias. O modelo funciona no litoral de SC.
As três dividem estande na FIT América Latina (26 a 29/set), maior feira de turismo do continente. O argentino caiu de 22% para 19% dos visitantes: a região foi atrás.
Não há estudo independente ligando atração a valorização, e quem promete isso vende imóvel. O ganho real é concreto: menos sazonalidade, mais fluxo o ano todo. Isso é a Bússola Habitz.