A prefeita Juliana Pavan e o governador Jorginho Mello assinaram a ordem de serviço da 3ª e última etapa: ~1,5 km em duas fases, abrindo um novo acesso norte até a divisa com Itajaí.
R$ 100 mi+
no trecho que completa o binário com a Avenida do Estado Dalmo Vieira. Obra começa em poucos dias; a primeira fase, na região do Ariribá, tem prazo de cerca de um ano.
R$ 70 mi
vão só para desapropriações: mais de 40 imóveis que saem do caminho para a via passar. Não se abre meio quarteirão dentro de BC por uma obra secundária. É o tamanho da aposta.
BC está costurando o próprio mapa nas duas direções ao mesmo tempo: a ponte mira a zona sul de luxo; a avenida, o vetor norte em direção a Itajaí. Cada frente abre um crescimento.
2ª + 5ª
BC (R$ 15.228/m², 2ª do Brasil) e Itajaí (R$ 13.263/m²) estão entre as praças mais caras do país. A avenida transforma a divisa entre elas de barreira em ponte.
Nenhum estudo independente crava valorização por causa da obra. O que é sólido: mobilidade melhor entre dois polos fortes puxa a demanda para o meio do caminho. Isso é fundamento.
Duas das praças mais caras do Brasil deixando de ser separadas por um trânsito ruim e virando um tecido só. Ler essa costura antes que ela apareça no preço é a Bússola Habitz.